~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

domingo, 13 de junho de 2010

Sonhos Desvanecidos






Meu amor,estas mentiras profundas
Num sonho devaneio de ilusão
Então sonho o futuro nas trevas
Um futuro dentro desta escuridão
Você poderia ter me dado a mão?
E talvez quem sabe curar meu coração

Tudo que eu sempre quis foi asas
Para poder voar até aquele lindo sonho
Mas ele esvaneceu-se em brasas
E deixou esta criança,a chorar em prantos
Por causa daquela triste memória
Até o escorrer daquela última lágrima

O que eu poderia fazer então?
Se o que eu almejo sempre se esconde
Enquanto eu caio neste mar de escuridão
O sol se põe no horizonte
Render me a um ultimo toque ocêanico
Dada por uma mão talvez angélico?

Você então cuidaria de mim?
E então um mundo solar me mostrar?
Faria esse sacrifício por mim?
Deixar sua beleza me abalar
Eu posso te deixar livre
Livre deste monstro medíocre

Você ainda pode me abandonar
Desde que não se renda a luxúria
Do meu toque do meu gosto do meu amar
E despreze toda aquela ternura
Minhas lágrimas nunca lhe alcançam
Os oceanos sangrentos se expandem

Nos mares eternos e sangrentos
Meus desejos devem se afogar
Algum dia despertem deste sonolento
Túmulo onde o monstro resolve descansar
Minha obra maestral jamais deve ser lida
Este testamento,os versos destas linhas...

A minha prosa suprema deve se perder
No ébano do horror e sofrimento
A tinta desbote no vermelho amanhecer
E então após disso vem o contentamento
Um sonho jamais vai se realizar
Apenas é feito para se sonhar

Esperança que morra e parta
No céu estrelado solitário
Nas canções de tí vou lembrar
E então rendo me ao toque no papel
Nas páginas o que sempre sinto perdido
Sou quem jamais deveria ter nascido

por Alex Olzon

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