
Meu amor,estas mentiras profundas
Num sonho devaneio de ilusão
Então sonho o futuro nas trevas
Um futuro dentro desta escuridão
Você poderia ter me dado a mão?
E talvez quem sabe curar meu coração
Tudo que eu sempre quis foi asas
Para poder voar até aquele lindo sonho
Mas ele esvaneceu-se em brasas
E deixou esta criança,a chorar em prantos
Por causa daquela triste memória
Até o escorrer daquela última lágrima
O que eu poderia fazer então?
Se o que eu almejo sempre se esconde
Enquanto eu caio neste mar de escuridão
O sol se põe no horizonte
Render me a um ultimo toque ocêanico
Dada por uma mão talvez angélico?
Você então cuidaria de mim?
E então um mundo solar me mostrar?
Faria esse sacrifício por mim?
Deixar sua beleza me abalar
Eu posso te deixar livre
Livre deste monstro medíocre
Você ainda pode me abandonar
Desde que não se renda a luxúria
Do meu toque do meu gosto do meu amar
E despreze toda aquela ternura
Minhas lágrimas nunca lhe alcançam
Os oceanos sangrentos se expandem
Nos mares eternos e sangrentos
Meus desejos devem se afogar
Algum dia despertem deste sonolento
Túmulo onde o monstro resolve descansar
Minha obra maestral jamais deve ser lida
Este testamento,os versos destas linhas...
A minha prosa suprema deve se perder
No ébano do horror e sofrimento
A tinta desbote no vermelho amanhecer
E então após disso vem o contentamento
Um sonho jamais vai se realizar
Apenas é feito para se sonhar
Esperança que morra e parta
No céu estrelado solitário
Nas canções de tí vou lembrar
E então rendo me ao toque no papel
Nas páginas o que sempre sinto perdido
Sou quem jamais deveria ter nascido
por Alex Olzon

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