~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Eu



Aqui estou eu,e sempre estarei
Uma cruz presa ao túmulo negro
Ou uma cálida rosa negra serei
Sou aquele cujo anjo caiu primeiro
Sem um coração como linha de base
Um completo anônimo na eternidade

E este sempre se tratará de mim
Meu coração afogado no amor sombrio
Clama o dia que nunca tem fim
Morte,eu a seguirei pelo mundo frio
As lágrimas compõem a estrada muda
Que levará ao fim da existência Profunda

Eternamente,sempre enternamente
Esta é a condição para eu estar vivo
Os Jardins mortos se abrem solenemente
Densos aromas me lembram que eu era menino
De afeição e náscimento do século,mas uma vez
Perdi-me da trilha que o céu azul me fez

Então eu deitei,desejei morrer devagar
Sonhando com o norte tão indistindo
Mas as águas da morte não chegam a me banhar
Portanto no seu mar eu me afoguei em destino
Eu daria tudo para poder ter amor e colo
Um peito para uma criança sempre em choro

A vida em uma tempestade do solstício
Cantada nos réquens da corda de Juventus
Um invólucro perfeito me foi oferecido
Tingi meu sangue em um continuo crepúsculo
Meu Jardim é preenchido por flores amargas
Que florescem duras e sem a menor graça

Eu queria um Pouco de Graça no mundo
Uma chuva que permeasse os pecados
Limpando cada canto sujo e obscuro
Permitindo que talvez em meados
De um Advento especial,eu ache quem sou
E finalmente possa ir para onde vou

Me colocarei a dormir eternamente
Nas águas da fonte da juventude
Quando me encontrar finalmente
Nunca mais precisarei desse prelude
Deste corpo que não me é,não me cabe
Poderei voltar para além da eternidade

Anjo Negro



Caia incandecente na terra suja
Luz destruida pela gravidade sombria
Você se lembra de sua aura pura?
E de como lentamente foi corrompida
Te enegrecendo as asas eternas e belas
Tornado-o tão proximo de uma fera

Lembra-se do caminho escolhido?
Que te desafiou a cair no nada
Levando apenas um sonho antigo
Comprimindo a coragem meneada
Vazio-Ainda correndo ao impossivel
Esta muito além do provavel destino

Não passando de um anjo caido
A graça enegrecida e crepuscular
Bondade nunca foi eterna,efêmero
Mas você nunca saberá o que é amar
Apenas um mestre dentre as sombras
Nada além de uma estrela entre tantas

Nada é puramente eterno na vida
Até o coração pulsa uma ultima vez
Antes de morrer e tornar as cinzas
Tomando um rumo de nada que se desfez
E onde você se encontrará amanhã?
Orgulhoso do reino vindo da romã?

Os paraísos se expandem tão rapido
Sem beleza,apenas se tornam comuns
O inferno se mostra mais esculpido
Beleza demoniaca,sangrena que expos
A coroa das trevas é o que deseja
Mas não é isso que o futuro lhe almeja

Em que inferno você se esconde?
Esta satisfeito com os rumos tomados?
Sem nunca um norte no horizonte
Sendo carregado pelo calor do vento
Apenas portando o cétro da própria ilusão
Você Jamais terá brilho e graça no coração

Escuridão,As trevas te puxaram abaixo
Sobre o céu estrelado,olhado por virgem
Sufocantes maresias sangrentas,um vício
Bebado em sombras,mergulhado na origem
Anjo sombrio,das asas e benção corrompida
Deus se levantará de seu trono algum dia

No armagedom será julgado,mas feliz
Contruido as terras de sombras eternas
COnhecendo o ódio como diretriz
Uma estrela negra nas terras nórdicas
Luz gravitada pelas sombras até a morte
Um demônio celestial e sem qualquer sorte!

Sentimentos de Agonia





Coração estraçalhado e corrompido
Vinho sangrento dos olhos vermelhos
Um dia de tristeza mais que sentido
Uma face melancólica nos espelhos
Olhar pelos meus olhos,ver o que vejo
Um dia eu morrerei e é isso que almejo

Apenas um mortal sem amigos ou sem amor
Uma visão decrepta e sem sonhos,um nada
Enterrado nas sombras mais alem da dor
Velado pelas estrelas de sargitario
Enchendo o cálice com lágrimas sujas,imundas
Um oceano de tristeza e um desejo as escuras

Um Poeta do mundo frio e desolador
Apenas entre os milhões de estrelas
Escrevendo em sangue o maior ardor
Dignamente levado para a verdadeira
Terra de gelos e sofrimentos boreais
Seu maior sorriso custa uma dor demais

Beber do próprio sonho,embreagar desejos
Em veneno tão tóxico quanto a alma humana
Um maior desejo de uma noite que desconheço
Acariciado nos braços da maior mãe Santa
Amaldiçoado pelo norte e pelo destino
Amor que nunca foi correspondido

Seu maior trunfo e um sono mais que eterno
Jazendo tão fundo em um oceano de morte
Ao mesmo tempo navegando no céu aberto
Um Deus para os plebeus,um monstro forte
Chorar as mesmas lágrimas,respirar o mesmo ar
Um dia finalmente a morte virá a todos ceifar

Concebendo o sono mais que merecido
Um fantasma entre tantos os outros
Guerreiro que jaz puramente abatido
Mar que se levanta e afoga a todos
Mente demoniaca e depravada.desavergonhado
O unico corpo celeste impuro no céu estrelado

Nuances do desconhecido,solidão eterna
Vida de mortalia,braços que nunca abraçaram
Anjos que nunca fizeram gosto da terra
Amanhã que se encontra pela queda envão
Seu maior sorriso, e o maior desespero
O sono eterno e a vida de pesadelos

Sinfonias de Agonia



Egoista renegado e obscuro amado
Chorando um cálice venenoso,mortal
Envenenando e embreagando sonhos
Dentro de trevas além do maior final
Eu já estou cheio de marchas funebres
Sinfonias e arcodes que todos acude

Mestre do sonho e do vinho espelho
Espelho,espelho reflita o contrario
Sejam todos bravos pelo futuro alheio
Um dia saibam o maior plano tragico
Já tenho bastante caricias de tristeza
Sejam frios para com a propria natureza

Brincando como criança no lago
Vermelho e manchado de sangue
Veja sombras do império renegado
Enclausulado em um passado obstante
O que eu deveria fazer para alegrar te?
Se seus sonhos se afogaram em você?

Estou tão cansado de sons atônitos
Enterrando os olhos nas ilusões
Virginais e de todos os sabores
Eu faria tudo para ter emoções
Só sinto o vazio das musicas de Agônia
Neste mundo não existe mais formas de magia

Tão obscuro e amavel,dentro de sí
Bebendo os desejos,sorvendo sons
A tormenta nunca vai ter um fim
Em um mundo sem os humanos bons
Não chore e olhe o crepusculo sangrento
Refletido no espelho demoniaco,vermelho

Você tambem não se cansou?
De tantas musicas antagônicas
Oh não sei porque meu Deus
Ainda vejo futuros de melancolia
Um coração perfurado,lagos escarlate
Seja bravo,afronte este futuro que parte

Em direção do mundo dos bonecos de barro
Além do imaginario vai ser a dor arrasadora
Nem os anjos se atrevem a estar no nosso lado
Violando todos os sacrifícios das pessoas
Eu já tive o bastante do gosto da morte
Então seja inteligente,corra para o norte

Toque você mesmo a marcha funebre
Mude os acordes e os faça da vontade
Ao gosto dos seus almejos insalubres
Crie uma nova trama musical para realidade
Eu já me contento com o fim das maschas agônicas
Ilusões concessivas de uma vita toda erronia