~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Conto De Fadas




Andando bem afundo
Numa trilha dura e perigosa
Me deparo em seu final com o mundo...
Que como herói eu vejo agora
É onde eu deveria sempre viver
Terras do céu eterno a amanhecer!

Dormindo, sou guiado a este lugar
Trilho o caminho onde a Bela e a Fera
Um dia vieram a se beijar
Um lugar vivo por muitas eras
As fadas tecem a trama da vida aqui
Faça me um sonho,enquanto existir...

Tudo que guia minha fantasia
Um mundo de felizes para sempre
Onde a Bela e a Fera,na maestria
Do momento se deixaram amar livre
Onde a cinderela deixou seu sapato
Enquanto Alice acariciava seu gato

Um mundo onde vive toda virtude
É este lugar que quero estar
Observando a Branca-de-neve
Cantarolar no bosque a passear
Fadas,monstros e dragões
Faça toda a alusão

A Princesa risonha esperando
Na torre mais alta do castelo
Seu princípe tão amado
E lhe presentiar com um beijo singelo
E sagrar-se em um reino distânte
Um sonho cada vez mais gigante

Um mundo onde a beleza é restaurada
A cada beijo cálido de uma Fera
Ternamente dado por uma bela
As luzes dominam a madrugada
A rosa nunca mais vai murchar
Pois ambos juraram se amar

A bondade é guiada por espadas nobres
Princípes valorosos e amaveis
Terras onde a cada dia se descobre
E pelo menos mais uma vez
A Bela beijar a Fera,e podemos ver
Um amor verdadeiro então nascer

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Criança Centenária


Há milênios atrás eu nasci
De um dia a tomar forma
Tão feliz,mais não pude pedir
Pois Sabia que em toda história
Jamais alguem seria amado como eu
Sabia que todo este amor era meu

O dia era belo e minha mãe
Me segurava em seu colo terno
Papai me carregava quando bebê
Estes momentos poderiam ser eternos
Eu achava que isto jamais iria mudar
Mas estava errado,não sabia meu lugar

Um dia um anjo veio e me disse
Criança abençoada você vai morrer
Dos céus,o maior interesse
È sua missão a cumprir,o seu dever
Quem sabe assim,quem sabe talvez
O mundo seja um lugar melhor desta vez

Estas palavras me confiadas a choro
Porque senhor?Porque razão me punir
Oh Deus,me dê algum consolo
Sei que não faz isso para me ferir...
Mas eu tinha planos para um amanhecer
Um futuro em que eu pudesse escolher

A vida em que melhor me encaixaria
Aceitarei tuas ordens,mas sinto tanto
Mamãe e papai de nada disso saberiam
Eu os amo por isso estou em prantos
A eles eu jamais queria deixar
Talvez por tanto os amar

As memórias de minha vida eram lindas
Mas o dia chegou e com o advento
Da minha morte,mas depois disso ainda...
Amo onde eu vivi por tanto tempo
Pai celestial olhe por todos eles
Não guardarei mágua destes seres

Que estão perdidos em suas sombras
Vejo que fui a criança mais abençoada
Pois mesmo separado.ainda um dia se remonta
Todos os sonhos construidos em tres décadas
Agradeço a mãe e meu pai,realmente pude ser feliz
O amor de vocês sempre foi o que eu quis

Um dia poderemos nos encontrar no azul
E poderei retribuir o afeto me dado
Quem sabe um dia,das canções do sul
contem como foi estar a seus lados
Sou Criança centenária abençoada;
Criança Centenária sempre amada

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Despedida Final

Poente e melancolico sol
Eu vejo em teus raios uma face
Aquele que um dia passou do crisol
Alguem que certa vez,em um desenlance
Eu odiei como a um inimigo a meus olhos
Vejo como estava cego por demais devotos

Mas antes de me arrepender,morrerei
Realize-se nas sombras desejo secreto
A ele,apenas a ele eu consentirei
Deixar de herança o que me é eterno
Assim partirei sem remorço para a luz
Quero ser enterrado sem uma cruz

Silencio eterno diga meu adeus severo
Noite profana diga que amo meu irmão
Ao menos a ele este sentimento foi sincero
No paraiso em seu nome haverá algumas canções
Que retratarão tudo que ocorreu entre nós
Separados ou juntos, continuaremos após

Batalhas epicas,milenares e sangrentas
A lança em suas mãos não é mais uma arma
E sim instrumento de criação suprema
Meus pensamentos nem atingem sua alma
De guerreiro ou de fiel mensageiro divino
Mas por você o destino tem se moldado cristalino

Em um oceano azul profundo e espesso
Completo e absoluto divino no céu
Peço que olhe por meu irmão defesso
Apenas peremita-lhe ser fututo réu
Testemunhar de seus labios as façanhas
Inimaginados mas cometidos de forma soberana

O meu amor por você é completo e absoluto
Me alegro por termos o mesmo sangue
No paraiso asseguro seu lugar,e para o mundo...
A sua inocencia de criança é o bastante
Para gravar seu nome como a pessoa de maior afeição
Não sei de todos,mas sera lembrado em meu coração

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Mundo Solitário


Todos os semelhantes me deixaram
Estou sozinho,neste mar das sombras
Eu temo as pessoas por serem
Seres que no fim nos desaponta
Exilio divino é só o que eu peço
Para nunca mais vagar pelo mundo

Todos os semelhantes se foram
Mas me deixaram o medo para lembrar:
As lágrimas sempre se entoam
Não há por quem se dedidar e lutar
Mãe de toda a luz me abrace por hora
Quem sabe um dia,quem sabe talve outrora

Todos meus erros sejam concertados
E eu enfim morra para tudo
Triste por ter sempre acreditado
Que algum dia as presses e o mundo
Fossem ser atendidas por um desejo equinocial
Mãe de todos os homens,eu fui irracional

Este espaço tão curto de tempo
Só me recorda de deixar partir
O que por pouco não se foi com o vento
Algo que jurei sempre guardar
Algo que nasceu do nascimento do século
Uma cruz para enfim por no túmulo

Onde eu enterro todos os prantos
De uma criança ferida e machucada
Todos os motivos de um prelúdio
Só serviu para poder manchar
O que me redimia,o que me salvava
Uma alma antes solar que ocupava

A memória que se foi para sempre
Todos os semelhantes me deixaram
E vejo que talvez eu pense
Em uma época que a todos amaram...
Leve tudo,absolutamente tudo de mim
Pois este medo jamais vai ter fim

Abrace-me em seus braços mais uma vez
Para eu poder enfir terminar de chorar
Pois sei que com essa insensatez
No paraiso jamais poderei ficar
Todo os iguais me abandonaram
Estou certo que nunca me amaram

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Criança Solitária


A guerra se faz em décadas
E não se apega a nem uma pessoa
A batalha é agora para as espadas
Todos os semelhantes levados a mágoa
Criança virtuosa,mas tão cedo perdida
A mãe então descansa por ser vencida

Tudo dele fora tirado,mesmo o leite
Lhe foi negado,espanta-se por chorar
Lágrimas caem até que ele aceite
Todos os seres viraram suas costas
Amar em sociedade nunca foi regra
Abandonado dentro da pequena capela

Mesmo o rosto corado de um bebe
Não toca corações e nem sensibiliza
Sem amor ele foi forçado a ceder
Pequeno garoto que agoniza
Mãe dos orfãos o proteja
Mãe dos cristãos e da igreja

Livre-o de toda a dor,de lhe sangue
Amado filho,este sentiemnto precioso
Morram todos no mundo,pois jamais antes
Preocuparam-se com pequeno irmão
Toda inocência foi levada de um indefeso
Morram todos por causa deste peso

O meninho sorria nos braços da santa
Mas o mundo lhe foi tão hostil
E levou pai e mãe,mas antes de se separar
Puderam despedir-se do filho juvenil
Amaremos a você,mas amaldiçoamos o mundo
Arrancado dos nossos braços e do nosso futuro

Mãe dos filhos orfãos da guerra diga
Que ainda o queremos,esperamos no céu
Cresça e depois um dia nos siga
Sentimos por não cumprir nosso papel
Tudo de você e de nos foi tirado,tudo
Perdoe estarmos mortos para o mundo

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Trilha do Imaginário


Caminhando lentamente numa ponte
Onde divisa-se o desejo e a realidade
Eu jamais saberia trilhar por onde
Evitar a todo custo aquela brevidade
Do céu vermelho sangue,o caminho do vento
É um vazio imensuravel no meu peito

A lua cheia se dispõe a iluminar passos
Dados nas trilhas das fadas e dos monstros
Que habitaram somente o imaginário falso
A floresta respira o ar dessas lendas em prelúdio
Uma mago solitário me deu a mão e mostrou
Nosso mundo é mais profundo do que se pensou

Os raios do sol iluminam as aldeias elficas
O mundo imaginário existe e esta vivo
Sereias saudam com seu canto as ultimas
Criaturas a passarem pelo trol maligno
As histórias e as façanhas talvez fossem verdade
Os contos de fadas talvez,para nossa felicidade

Fossem reais e apenas nós não podemos ver
Que o imaginario se entrelaçou com o real
A bruxa um dia voo livre nos céus a dizer
Os espíritos elementais não são celestiais
O homem que esqueceu como ver a natureza
Mas mesmo invisiveis eles vivem com sutileza

As salamandras a dançarem no fogo ardente
Sereias e ondinas brincando na água doce
Silfos e fadas passeam pelo vento corrente
E gnomos e elfos da terra descansam sobre
Sombra de árvores cultivadas por druidas centenarios
Mas o homem não faz mais comunião com estes legendarios

Seres que aprenderam a amar a terra
O povo da natureza se põe a gritar
A nossa casa deveria ser eterna
Da ordem natural o homem não pode participar
Os reis elementais baniram a humanidade
Mas deixou as suas lendas vivas para mais tarde

Um dia as pessoas se redimam
A entrada do mundo magico esta aberta
E seus habitantes ainda nos romdam
Para poder novamente nos contar
O segredo mais óbvio guardado,existido
O universo natural esta e sempre esteve vivo

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Terras Brancas




Eu rezei agarrado ao terço
Implorando para adiar o inevitavel
Chorei sem poder dormir direito
Por estar completamente abalado
Eu estou perdido,caindo bem fundo
Eu mergulho nos sonhos, no sangue agudo

Nas planices congeladas ficou meu amor
E lentamente respirei o ar frio
Abandonei desejos neste lugar inospedo de horror
E o sol se esconde rapidamente de soslaio
Eu via tão claro no gelo eterno seus olhos
E então refletia meu sorriso em remorsos

Meu destino.Uma promessa que não cumpri
E a chuva se torna neve que cai tão derrepente
Terra onde cavalgaram as valquírias que abstrai
Da paisagem branca,tão densa como a tristeza presente
No meu coração petrificado pelo denso frio
Meu destino,congelado como o fluxo do rio

E eu permaceço nas terras dos Deuses nordicos
Enquanto implorava Freia para tornar gelo
Minha vida,meus sentimentos e até meu odio
Os muros eternos das terras de nunca degelo
Um dia eu poderei ver o sol e aquecer-me
Pois sei que do frio desolador, resta ser livre

Voar além da memória,eu fiz aquela promessa
Odin olha por nós,onde formos nos amparar
E eu estou congelado junto a lembrança que depressa
Enducere como as águas profundas do Mar
As lágrimas se cristalizam num pó resplandecente
Eu vejo suas faces neste pó tão solenimente

Olho para trás,as pegadas na neve vermelha
Eu lembro de tudo que devia estar esquecido
A nevasca cai,cai choro de diamante em centelha
Para um dia derreter as amarguras transcorrido
De um coração polar, duro quanto cristal do inverno
Nas terras brancas,petrificado,o amor e a tristeza é eterno

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Aniquilação Divina


O choro do céus cobre o mundo
As árvores,os mares e a vida
Tudo é devorado por algo profundo
Que destroi tudo com furia homicida
Os pecados devoram seus profanadores
Pois provaram não terem valores

Gravado em pedra,é onde jaz
As provas contra nossa existência
Se clama aos céus,logo o faz
Não teremos beneficio a penitência
Uma destruição infinita nos engloba
O capitulo da Humanidade Desbota!

Você chora a Deus quando tem medo?
O demonio não sera tão condolente
Aposto que suas lagrimas trazem aperto
Se esta perdido,o caminho é claramente
A extinção de tudo,dor do inferno aberto
Eu acredito em minha vida,mesmo incerto

Eu não choro nem clamo por ser perdido
Então acredito nas variações das sombras
A época de lutar amanhece no céu partido
E eu acredito em minha vida!Acalanta!
É o fim do abismo,coberto pela chuva toxica
Do sangue de todos os condenados alerta

A conspiração divina em palavras de livros
O curso do destino ainda é incerto
O mundo se cobre com cadaveres e vivos
Deus nos deixou munidos pelo veto
As leis divinas são,sempre serão demoniacas
Então chora,somos piões nesta briga

Onde o ser humano é o começo e o fim
De tão imperfeito,se torna perfeito
As sombras nascem de anjos querubin
Os céus são diabólicos mas eu vivo
Acredito por mudar o meu destino

Então eu finalmente rezo para Deus
A resposta do céu sempre convêm
A esperança vale toda morte dos seus
O tempo não mais me detêm
Eu acredito em minha vida
Eu mais que acredito em minha vida

Conspiração dos céus me fazem acreditar
Que o fim pode ser adiado,mas esperamos
O sangue dos irmãos chover do céu a raiar
Destruição infinita de tudo que acreditamos
A cruz finalmente pode ser abaixada
Pela pessoa que já estava cansada

De repetir palavras de Salvação
Para os surdos,que o ignoraram
Mas ao menos de alguns tocou o coração
A destruição liquidara os que restaram
Até um branco infinito para punimento
Por fim este ultimo contentamento

As memorias podem ainda viver!
Mesmo no nada,Acredito na Vida!
Em memória jamais irei morrer
Então prantea a solitária
Decadência da existência mortal
Enquanto os anjos debocham de tal

Sabedoria dividida por quem pode perecer
Apenas nós podemos entender e amar
O que as sombras ensinam a não esmorecer
Mesmo destruidos vamos voltar
Para a terra que "Ele" mesmo nos concedeu
Somos quem sempre mais sofreu

Depostos do pó,criados do nada
Apenas em lembranças sobrevivemos
Existimos apenas no tempo da lufada
Do vento,ou das palavras que dizemos
Em verdade ou em punição aflita
Um dia valeremos da terra fria

Onde nascemos e seremos purificados
Fúria celeste demoniaca e arrebatadora
Domina,mas encanta os artistas amargos
Nos extinguiram e uma vez mais nos magoa
Voltaremos a existir,mesmo que em lembranças
Eu acredito na vida além da destruição como herança

Só temos como escolha as sombras!

Verdadeira Noite


Céu sombrio e espesso
Me traz algo pra relembrar
Uma lembrança antes do começo
Daquele dia a despertar
O sol se exilou para longe
De um horizonte por onde

Permeou de sombras o meu corpo
E me guiou pela onda sombria
E paras lágrimas acho um conforto
Assim não olhar teus olhos pelo dia
E sim na beleza da escuridão total
Talvez fosse este meu maior mal

Mas porque eu deveria me compor
Enquanto a noite nos engloba
De trevas frágeis, meu mundo de dor
Eu cavei a fundo para,quem sabe outrora?
Abrir caminhos para o futuro de agora
Talvez o sonho não morra na aurora

Iluminado pelos raios distantes e amarelos
Dissipando minhas fantasias sombrias
Eu me rendo a um ultimo apelo
Rogando por mais uma noite fria
Remontando as constelações belas e milenares
A fracamente iluminar os diversos lugares

Onde meus pés pisaram no caminho
Tentei inutilmente consolidar
O que me disseram ser destino
Então novo objetivo vou trilhar
Uma estrada em que sigo sozinho
Passo a passo,e com carinho

Sonho as trevas acolhedoras
Abraçando-me,devagar engolindo
E enterro minhas verdades ocultas
Os anjos caem em flor de espinho
A verdadeira noite se revela
Calmamente e com cautela

Engloba o mundo em seu âmago
Faz brilhar a joia sangrenta
E eu me despedaço em um afago
Profanado por grande tormenta
A noite real só não sucede o dia
Concretiza o que se chama utopia

Silenciosamente é meu paraiso
Situado além do belo crepúsculo
Nascido de um claro idealismo
Nas trevas noturnas,é tão injusto
Não tenho espaço solar para me valer
Apenas em trevas da verdadeira noite posso viver

domingo, 8 de agosto de 2010

O espelho

Tão inocente ou egoista
Perfeitamente pintado
Para ficar em minha vista
Como uma anjo recem caido
O vento bailando a comemorar
Estamos certos de enfim chegar

As revelações finais do passado
Escondidas atrás de um memorando
Brilha memória que jaz tão enterrado
As lagrimas só refletem o pânico
Mas me é suficiente as premonições
Já me basta vislumbrar as visões

Do que o futuro há de se tornar
No paraiso dos desejos perdidos
Sera meu ao aceitar me amar
Brilha as trevas no jazigo
O que farei por você no dia hoje
Chorando até que se composse

A melodia melancólica,
Que encanta,
domina,
ressoa,
fascina!
Espelho,espelho esta ai?
O rosto dele eu juro que vi!

E ele escutou,tenho certeza
A minha tristeza esta registrada
Então outro dia com maior delicadeza
Perguntarei sobre a jornada
Para o norte onde enterrei o meu amor
Mais afundo as tragedias para compor

Então afogue no poço dos desejos
Espelho,meu espelho inteligente
A imagen do dia em cacos espeços
Brilha e ilumina,ainda pendente
O que o padre tirou da virgem
Não sei porque nela ainda creem

Eu estou farto,pra poder brincar
O dia amanhece,mas não encontrei
A inocêmcia que prometi procurar
A joia que jamais terei
Seja minha,se sonha com o coração
E construa mais uma canção

O mestre me deu ele para achar
Espelho,sinto se te quebrei
Mas a raiva já o faria rachar
Chora,corri e clama pela lei
O segredo você não disse a idiota
Talvez por isso fosse certa sua derrota

"A inocência da branca de neve
É o que a madrasta devia procurar
Espelho que me server
A inocência poderia me tornar
A mulher da beleza de Madona
Reflita,reflita,o mundo em sua zona"

Sonha,combina,e prepara o mundo
Da caixa de Pandora veio o premio
Inocente ou absurdo
Mas a graça me veio primeiro
Espelho!Diga nos a verdade refletida
Mentira a ser contada algum dia