
Egoista renegado e obscuro amado
Chorando um cálice venenoso,mortal
Envenenando e embreagando sonhos
Dentro de trevas além do maior final
Eu já estou cheio de marchas funebres
Sinfonias e arcodes que todos acude
Mestre do sonho e do vinho espelho
Espelho,espelho reflita o contrario
Sejam todos bravos pelo futuro alheio
Um dia saibam o maior plano tragico
Já tenho bastante caricias de tristeza
Sejam frios para com a propria natureza
Brincando como criança no lago
Vermelho e manchado de sangue
Veja sombras do império renegado
Enclausulado em um passado obstante
O que eu deveria fazer para alegrar te?
Se seus sonhos se afogaram em você?
Estou tão cansado de sons atônitos
Enterrando os olhos nas ilusões
Virginais e de todos os sabores
Eu faria tudo para ter emoções
Só sinto o vazio das musicas de Agônia
Neste mundo não existe mais formas de magia
Tão obscuro e amavel,dentro de sí
Bebendo os desejos,sorvendo sons
A tormenta nunca vai ter um fim
Em um mundo sem os humanos bons
Não chore e olhe o crepusculo sangrento
Refletido no espelho demoniaco,vermelho
Você tambem não se cansou?
De tantas musicas antagônicas
Oh não sei porque meu Deus
Ainda vejo futuros de melancolia
Um coração perfurado,lagos escarlate
Seja bravo,afronte este futuro que parte
Em direção do mundo dos bonecos de barro
Além do imaginario vai ser a dor arrasadora
Nem os anjos se atrevem a estar no nosso lado
Violando todos os sacrifícios das pessoas
Eu já tive o bastante do gosto da morte
Então seja inteligente,corra para o norte
Toque você mesmo a marcha funebre
Mude os acordes e os faça da vontade
Ao gosto dos seus almejos insalubres
Crie uma nova trama musical para realidade
Eu já me contento com o fim das maschas agônicas
Ilusões concessivas de uma vita toda erronia

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