
Lembraivos das palavras
Das palavras que me dissestes
Vós me fizestes uma promessa
O que me disse não adviestes
Eu corro pra chegas até vós
Para enfim podermos estar a sós
O primeiro adeus me doeste
As lágrimas nunca cessaram
Enquanto olhava te celeste
E minhas forças me deixaram
Enquanto eu sangrava
Sangrava e a ti desejava
E por esperança,ludibriado
Eu esperei por algum sinal
Esperei estando abalado
Para poder ter um final
Meu coração pedia por isso
Pedia pra se libertar do abisso
Vós me deixais sem resposta
Abandonai-me na escuridão
E então a distância é imposta
Enquanto afogava meu coração
Por amar a vós eu expus fragilidade
Porque de tí eu guardo necessidade
Mas de vóssos lábios me veio
O reconforto de seu advento
Do primeiro verdadeiro amor,um anseio
Um sofrimento por vós eu sustento
E comtemplaivos o crepúsculo sangrento
Nesta regalia repleta de lamentos
Vós me pedes para aguarda-lo
Contempla-te,chove sangue
Enquanto vivo no escuro
Esperando que um dia me ame
E então eu corro,eu corro
Para chegar a meu tesouro
Vós guardais o que me é de bom
E golpeado,desacordado eu sou
E da canção de ninar vinha o som
Embalada pela vossa graça eu vou
Cravo o punhal no meu peito
Para agradar,expondo meu defeito
Afinal,vós esqueceis me pelos anos
Minha alma vaga procurando expurgo
Guardai-vos as belas lembranças que afirmamos
Enquanto vagamos pelo mundo
Como eu poderia retornar a tí
Se me despedaçai
eu choro,eu choro, eu choro
Choro por perder teu amor
A teus pés eu imploro
Sou um monstro adorador
Perdoai as lágrimas sangrentas
O monstro até hoje lamenta
Por Alex Olzon

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