
Sonhos
Pesadelos
Uma vida de pecado
A visão do céu estrelado
Comigo,as linhas de meu agrado
As noites de um céu vermelho
Uma criança entristecida por amanhã
O futuro através de um espelho
Sentado enquanto morde uma romã
Após saborear o fruto proibido
E refazer o erro descrito
A história pelos versos amargos
De um poeta que se odeia
Retratando todos os seus estados
Tentando criar o que mais anseia
A obra maestral digna do paraiso
Esboçado de um lindo sorriso
Vindo da pessoa que o poeta amou
E com ele vive em seu íntimo
Mesmo rejeitado,ele sonhou
Com a prosa do sétimo
Verso perfeito de sangria
A dor seria apenas uma vitória
Amar
Odiar
As correntes do infernal
O que sobra não é verbal
O sonho de conversar com as estrelas
Enquanto brincava de paixão proibida
Mas estas fantasias são sempre efêmeras
Não se pode dar ao luxo de pausar a escrita
Para compor a obra sangrenta final
A obra que consagrará todo este mal
Que nasce no peito do sonhador
Cujo sangue é carmesim como vinho
As marcas do amor refletidas deste ardor
Machucando o poeta sempre sozinho
O crepúsculo apenas ameniza a dor
Das feridas expostas deste escritor
Viver
Morrer
As ultimas linhas testamento
As palavras jogadas no vento
A vida de um coração solitário
Se atreveu a recriar a babilônia
Nas prosas,cada vez amargurado
Mas quase morto por toda monotonia
Após sofrer pelo amor veio a temperança
Trocada pela morte de toda esperança...
Em sua mente, um reino de desilusão
Todo caminho só leva ao desejo interior
Após passar por todas as lágrimas do coração
Chegará ao bosque do édem inferior
O que eu vejo esta alem do que acredito
Pedra por pedra,perseguindo o destino
Sangria e luxúria misturados ao amor
O desejo supremo se torna uma lembrança
Do antigo caminho trilhado pelo terror
Chorado lagrima por lagrima pela criança
Que seria o futuro poeta dos versos perfeitos
Do qual o demonio tirou o máximo proveito
Até que do sofrimento,o sétimo verso infernal fosse feito...
Por Alex Olzon

Nenhum comentário:
Postar um comentário