O choro do céus cobre o mundo
As árvores,os mares e a vida
Tudo é devorado por algo profundo
Que destroi tudo com furia homicida
Os pecados devoram seus profanadores
Pois provaram não terem valores
Gravado em pedra,é onde jaz
As provas contra nossa existência
Se clama aos céus,logo o faz
Não teremos beneficio a penitência
Uma destruição infinita nos engloba
O capitulo da Humanidade Desbota!
Você chora a Deus quando tem medo?
O demonio não sera tão condolente
Aposto que suas lagrimas trazem aperto
Se esta perdido,o caminho é claramente
A extinção de tudo,dor do inferno aberto
Eu acredito em minha vida,mesmo incerto
Eu não choro nem clamo por ser perdido
Então acredito nas variações das sombras
A época de lutar amanhece no céu partido
E eu acredito em minha vida!Acalanta!
É o fim do abismo,coberto pela chuva toxica
Do sangue de todos os condenados alerta
A conspiração divina em palavras de livros
O curso do destino ainda é incerto
O mundo se cobre com cadaveres e vivos
Deus nos deixou munidos pelo veto
As leis divinas são,sempre serão demoniacas
Então chora,somos piões nesta briga
Onde o ser humano é o começo e o fim
De tão imperfeito,se torna perfeito
As sombras nascem de anjos querubin
Os céus são diabólicos mas eu vivo
Acredito por mudar o meu destino
Então eu finalmente rezo para Deus
A resposta do céu sempre convêm
A esperança vale toda morte dos seus
O tempo não mais me detêm
Eu acredito em minha vida
Eu mais que acredito em minha vida
Conspiração dos céus me fazem acreditar
Que o fim pode ser adiado,mas esperamos
O sangue dos irmãos chover do céu a raiar
Destruição infinita de tudo que acreditamos
A cruz finalmente pode ser abaixada
Pela pessoa que já estava cansada
De repetir palavras de Salvação
Para os surdos,que o ignoraram
Mas ao menos de alguns tocou o coração
A destruição liquidara os que restaram
Até um branco infinito para punimento
Por fim este ultimo contentamento
As memorias podem ainda viver!
Mesmo no nada,Acredito na Vida!
Em memória jamais irei morrer
Então prantea a solitária
Decadência da existência mortal
Enquanto os anjos debocham de tal
Sabedoria dividida por quem pode perecer
Apenas nós podemos entender e amar
O que as sombras ensinam a não esmorecer
Mesmo destruidos vamos voltar
Para a terra que "Ele" mesmo nos concedeu
Somos quem sempre mais sofreu
Depostos do pó,criados do nada
Apenas em lembranças sobrevivemos
Existimos apenas no tempo da lufada
Do vento,ou das palavras que dizemos
Em verdade ou em punição aflita
Um dia valeremos da terra fria
Onde nascemos e seremos purificados
Fúria celeste demoniaca e arrebatadora
Domina,mas encanta os artistas amargos
Nos extinguiram e uma vez mais nos magoa
Voltaremos a existir,mesmo que em lembranças
Eu acredito na vida além da destruição como herança
Só temos como escolha as sombras!

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