~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Cemitério de Sonhos

Um sonho deixado dormir
Durante a eternidade gelada
O registro para se encobrir
Histórias dentre a madrugada
Jaz no cemitério dos sonhos
Descanse abaixo da vista dos olhos

Amargos sorrisos falsos
Em um réquiem no piano
Os desejos tomam espaço
Despertam da cova para o plano
Astral, se realizam e morrerm
De um fantasma,lágrimas escorrem

Flores adornam os túmulos
As estrelas velam em paz
O silêncio apazigua à custos
Sonhos que não existem mais
A vela jamais se apagará
E em memória sempre viverá

O cemitério dos sonhos impossiveis
Porém nunca deixaram de ser sonhadoos
Uma miragem bem mais tangível
Dentre tumbas eu dou meus passos
Em um arquivo sangrento,melancólico
Mentiras mais abaixo dos olhos

O medo não mais me atinge
Alguns primeiros passos fora da luz
Dando lugar a dúvida além da certeza
Finalmente deixo minha cruz
Por tristeza esquecemos quem somos
Deixando tudo no cemitério dos sonhos

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