
Das profundezas ecoa suspiros
Cada vez mais profundos e calmos
Tranquilidade relativa dos aflitos
Repouso da beleza fechando os olhos
Dos infernos,um segredo tão profundo
Os labios emanavam um som de silvo
Lua vermelha e poetica,misteriosa
Da poetisa transfigurada em Heris
Os versos tão inconstantes afora
As flores em um doce e triste réquie
E ela devaneia em seu mundo de inspiração
Deus sabe como sofreu seu pobre coração
Fechada para a imensidão existente
Estrelas desvanessem e morrem no céu
Melancólico é o crepúsculo da noite
Ela se apressa a escrever no papel
O que guarda mais afundo do peito vazio
E silêncio dissona em um pensamento sombrio
O que jaz tão fundo na memória
Um mundo de beleza soturna
O sangue é a tinta de agora
Dos pensamentos da dama obscura
Morna é a tristeza de ser rejeitada
A imoralidade da falta de castidade
Uma Deusa de luxúria e beleza
Canções tão amargas de épocas
Cada palavra inundada em certeza
Trazem paixão de forma tão solena
E compõe uma realidade de cristais
Enigimátimas metáforas,tão anormais
Duas faces de uma dramatica poesia
Florescendo sombriamente nas mãos
Da musa que dorme e sonha,depois cria
Tentando escapar da realidade,em vão
Duvidas grotescas do amor atordoado
Prosas que rezam para um fim apropriado
A carnificina e a tristeza,ideias
Semeadas e que crescem no poema
Lágrimas tão silenciosas em teia
Manuscrito á tinta sangrenta
Tranquilo foi o último beijo
Depois redigido em um desejo
Poetisa das sombras,amarga
O luar é tão belo,sangrento
Jaz tão fundo,ferida tão eterna
Ela já não dorme temendo o sonho
Que vai se transformar em inspiração
Para mais uma prosa de destruição

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