~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Poetisa



Das profundezas ecoa suspiros
Cada vez mais profundos e calmos
Tranquilidade relativa dos aflitos
Repouso da beleza fechando os olhos
Dos infernos,um segredo tão profundo
Os labios emanavam um som de silvo

Lua vermelha e poetica,misteriosa
Da poetisa transfigurada em Heris
Os versos tão inconstantes afora
As flores em um doce e triste réquie
E ela devaneia em seu mundo de inspiração
Deus sabe como sofreu seu pobre coração

Fechada para a imensidão existente
Estrelas desvanessem e morrem no céu
Melancólico é o crepúsculo da noite
Ela se apressa a escrever no papel
O que guarda mais afundo do peito vazio
E silêncio dissona em um pensamento sombrio

O que jaz tão fundo na memória
Um mundo de beleza soturna
O sangue é a tinta de agora
Dos pensamentos da dama obscura
Morna é a tristeza de ser rejeitada
A imoralidade da falta de castidade

Uma Deusa de luxúria e beleza
Canções tão amargas de épocas
Cada palavra inundada em certeza
Trazem paixão de forma tão solena
E compõe uma realidade de cristais
Enigimátimas metáforas,tão anormais

Duas faces de uma dramatica poesia
Florescendo sombriamente nas mãos
Da musa que dorme e sonha,depois cria
Tentando escapar da realidade,em vão
Duvidas grotescas do amor atordoado
Prosas que rezam para um fim apropriado

A carnificina e a tristeza,ideias
Semeadas e que crescem no poema
Lágrimas tão silenciosas em teia
Manuscrito á tinta sangrenta
Tranquilo foi o último beijo
Depois redigido em um desejo

Poetisa das sombras,amarga
O luar é tão belo,sangrento
Jaz tão fundo,ferida tão eterna
Ela já não dorme temendo o sonho
Que vai se transformar em inspiração
Para mais uma prosa de destruição

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