~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

quinta-feira, 24 de março de 2011

Rei do Fogo


Quando o verão anuncia sua chegada
Os raios solares estendem seu domínio
Do inverno o crepúsculo e a alvorada
Governando em seu colo quente o destino
Disputando com a rainha do gelo o controle
Ela logo se põe pra lutar,o gelo se move

As terras são cobertas por mantos devastos
Seu cetro emana raios e os prontamente derrete
Mas não consegue tirar o frio carregado no vento
E antes que torne água,tudo se congela e fica inerte
Ele derrete suas geleiras e aquece seu coração petrificado
Ela por outro lado torna á congelar,refaz seu domínio polar

Um sopro traz vida e o florir da plenitude da primavera
Em outra brisa as folhas caem,os céus se fecham
Trevas avançando contra a luz presente em primervas
Puxada por fênix,sua carruagem entre a noite á procuram
Ela se fecha,nevascas contra o magma do senhor das chamas
Quando ela vier o calor se esvái,e leva pesadelos a suas camas

Na noite ela caminha no ártico,ladeada por cisnes negros
E o fogo tenta achar seu oposto,as nuvens escurecem o dia
Uma vez diz a lenda,que logo após um encontro antes do tempo
Seu amor derreteu a neve no coração,trazendo alegria
Ela continua a cobrir a terra com uma coberta branca e devassa
O sol logo se põe a desfaze-lo mas tão rápido está devolta

Em brisas de inverno á rainha do gelo está vindo
No ano,apenas no equinócio e no solstício pode ve-lo
E ter em seus braços desgongelando o sentimento e o mundO
Em branco as mãos dela deixaram as terras,tudo gelo
Ele traz a primavera e o verão,traz vida e esperança
Ela se encarrega do inverno,outono e sua temperança

Nos polos Odete dorme,esperando o anúncio das estações
Um beijo nas faces a põe dentro do esquife de gelo
E Freederich emana raios,forçando os giros das fundações
O dia sucede a noie e ela sonha,imersa em terras do reino
Quando acorda seu carro é puxado por pássaros polares até o céu
Lá se encontram em um momento e então trocam o papel

O frio cobre o mundo e torna tudo desolador
Apesar do sol atenuar a fúria e tudo aquecer
Ela causa ruina em tudo,enterrada em seu rancor
Em cristais de neve jaz seu segredo acolhedor
Mais uma vez com meu amado quero estar,o tocar
Entretanto até lá,em minha raiva o planeta cairá

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