~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Última Poesia


Oh realmente sou o poeta mais pobre
Cada verso é um fracasso,um contento
Para aplacar um vazio que não se cobre
Apenas um amoltoado de dor e sofrimento
Crave a espada no meu peito,decepe o coração
Alerta para a morte de uma brincadeira de paixão

Que deploravel,escrever para o âmago da noite
Como doi,eu nomeei todas as minhas dores
Estúpida criança,não vai ser salva sua peste
Então grite em agônia,é apenas um dos horrores
O sonho já acabou,estancado e carregado para empatia
Cerrado está o sonhador,eu odeio essa poesia

Exterminado o desejo,esta é minha última prosa
Possivelmente o nojo e o rancor vão enegrecer os olhos
Do poeta que se sente ludibriado,chega por hora
Meu deus,como eu deixei de ver que era apenas um sonho
Este confortmo momentâneo,arraste-me para o abate
Estupida alegria,o oceano de desespero te devorou
Que triste,minha rosa está arruinada e murchou

Tão alerta,foi só orgulho e um pouco de cobiça
Aproveite,agora sim esta morto o sonhador
Queime-me,a culpa foi minha,pois só queria
Um sorriso,mas era egoismo demais essse favor
Canções do vento,para a calada da noite,silêncio
Este é possivelmente meu último e agressivo contento

A grana estupida é minha,eu queria usa-la bem
Enfie uma estaca dentro do meu peito,gire-a
E não pare até que a morte me abrace também
Escreva uma opera com meu sangue de tinta
Então deboche da minha rima,rasgue minha prosa
Não haverá outra,porque odeio escrever essa droga

Arrancadas as flores,escurecidas as águas
Lindo é apenas no papel essa grande ruina
Então deixo para o nunca mais essa mágoa
Nunca esquecido ou superado,agora só sina
Sem mais fatos,sem mais mistérios para futuro
Se desejar,andarei sozinho no completo escuro

Enfie um punhal no meu peito,enterre-o
Eu te amo,só queria que isso fosse claro
Nunca quis comprar seu amor,nem mesmo te-lo
Só pensava em deixar um presente adorado
Queimairei esse livro maldito,não posso olhar
Ele me lembra do quanto errado foi querer sonhar

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