~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

domingo, 5 de setembro de 2010

Caindo em Sono




Desenhos fantasmagóricos me rodeiam
Um vazio no meu peito permea espaço
Mais um dia passa,sua voz não chega
Silenciosa estagnações aqui dentro
Dormindo para morrer,nunca mais acordar
Viver em um mundo de sonhos a raiar

As minhas tristezas já são eternas
Como um cristal,no fim me é belo
O sofrimento é como uma grande guerra
Eu durmo e escapo, mas tão logo
Tão logo eu desperto choroso
Demonios me cantam em coro

Um inferno desperto,imerso e profundo
As verdades estão abaixos no conciente
Uma cálida beleza não oprime um segundo
Você sente meus suspiros inocentes
Em algum momento deixarei mais claro
Jamais quero despertar,este é meu anparo

Caindo em um sono profundo e denso
O amanha jamais chega e eu repolso
Num silêncio de trevas de um mundo extenso
Em oceanos e rios onde eu vi dentro
Dos limites dar margens seu rosto
E eu flutuava em sentindo oposto

Me deixava guiar até correntes lestes
Sinfonias maestrais me tomam dores
Eu vivo almejando um mundo celeste
A verdade é que jamais gostei de dissabores
Mas de novas sensações que trancedem medo
Trancedem sono,trancedem o meu erro

Porém eu não quero uma vida sonâmbula
Mas sono de morte abrasador e fulminante
Um dia eu sei que vira essa estranha
Glória,sei que este futuro não é obstante
Os olhos me pesam cada vez mais
Um dia se fechem para coisas carnais

Os verdadeiros sonhos não efêmeros
Nascem de um real sono duradouro
Este desejo,mesmo estranho é sincero
Quero da terra,me tornar pó denovo
E poder dormir fora da minha conciência
Abrangir mundos além da existência

Terras livres de neve vermelha
Onde pelas ondas eu passo e não sofro
Outras emoções além das que em centelha
Se cravaram de forma dolorosa
Eu quero cair em sono e nunca mais despertar
Cair em mundos e terras que nunca vão desmoronar...

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