
Castelo de nuvens no horizonte
Uma vida no alto azul do céu
Um dia sempre tão obtstante
As estrelas brilham e compõem o véu
Que cobre o meu reino celeste de mistérios
E esconde lentamente no peito meus vazios
Um rosto crepuscular vislumbra tudo
Nos limites divinos se forma meu reino
E traz resignos muito mais profundos
Do que eu pude trazer no peito
O rei do país das nuvens descansa
E nasce então os dias da temperança
Entre desejos e memórias diárias
Os raios lunares não podem me iluminar
A liberdade é opressora e inópia
Eu apenas me vou com o vento,a voar
Nuvens tempestuosas anunciam presságios
A mãe céu nos adverte sobre um deságio
O anoitecer engloba as terras aladas
Os sonhos eternos se projetam na escuridão
Algumas dessas visõe podem ser amargas
Mas de algum modo tocam o coração
O princípe da terra divina chora
Seu amado repousa no além agora
Mas o fluxo do destino nos leva
Como o vento arrastando nuvens
Anjos apaixonados sempre nos espera
Um adequado quadro para vislumbre
A morte é infinitamente breve frente a paixão
Frente as dores o amor é uma benção
Nas terras ao extremo norte eu morro
O choro celeste desvanesse meu reino
As nuvens se tornam vermelhas em um assombro
A tristeza me consome por inteiro
Quando a água sublimar-se as terras voltam
De seu descanso,os mortos me chamam...

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