~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Paixão Sombria





Quando a lua brilhar fulminante
O sangue dos irmãos será limpo
E por mais um pequeno instante
Poderei ver seu rosto pérfido
Como desejo teu, um beijo se acomodou
E tão terno esse beijo foi

Quando os raios prateados
Nos iluminar entre carnificina
Em um mundo sem pecados
Porém a ordem é difusa
Será que eu me apaixonei vampírica?
OU será que é um devaneio que alucina?

Vós pedistes pra que me resguardasse
Mas não tardou a eliminar todos os anjos
No fundo em trevas me encontrastes
E com o passar dos ternos anos
Minhas lágrimas em vão alimentavam luxúria
E crepitava macabra toda minha injúria

Do meu coração nasceu a tempestade
Fantasmas cantam meu amor abandonado
Eu te adorarei por toda eternidade
Mas este destino me deixa mais amargo
Paisagens mortas e deploraveis nas sombras
Dias difusos que me arrastam como uma onda

O crepúsculo ilumina meia face
EU suspiro adentro silêncio
O sangue serve para que apaziguasse
E nasceu em meio ao vento
Que carregou mensagens ternas a tí
E por um momento te trazem aqui

Eu lambo meus lábios vermelhor
Meu coração aperta com saldade
Do prazer nasceu meu amor
E nos abraçamos frente a deidade
Trazendo em meus olhos o brilho da lua

Deixe meus pés guiarem-te no sangue
Em pedaços,eu me sinto culpado
A distância entre nós é grande
O meu coração permanecei intocado
Em um raio de feixe da lua vamos nos encontrar!
Por mais um decadente momento vamos nos amar...

E eu espero-te nas sombras
Minha boca te deseja
E na trilha,minha marcha desanda
Porém continuo minha jornada
Paixão sombria,escura e doente
Em matrimonio juntos veemente

E jamais outro vai beijar
A mim será eternamente fiel
Nunca estará com o anjo para ceifar
Pois em meu dedo ficou o anel
Em uma noite sem lua,distante de todos
Construiremos uma paixão sombria em prelúdios

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