
Quando a lua brilhar fulminante
O sangue dos irmãos será limpo
E por mais um pequeno instante
Poderei ver seu rosto pérfido
Como desejo teu, um beijo se acomodou
E tão terno esse beijo foi
Quando os raios prateados
Nos iluminar entre carnificina
Em um mundo sem pecados
Porém a ordem é difusa
Será que eu me apaixonei vampírica?
OU será que é um devaneio que alucina?
Vós pedistes pra que me resguardasse
Mas não tardou a eliminar todos os anjos
No fundo em trevas me encontrastes
E com o passar dos ternos anos
Minhas lágrimas em vão alimentavam luxúria
E crepitava macabra toda minha injúria
Do meu coração nasceu a tempestade
Fantasmas cantam meu amor abandonado
Eu te adorarei por toda eternidade
Mas este destino me deixa mais amargo
Paisagens mortas e deploraveis nas sombras
Dias difusos que me arrastam como uma onda
O crepúsculo ilumina meia face
EU suspiro adentro silêncio
O sangue serve para que apaziguasse
E nasceu em meio ao vento
Que carregou mensagens ternas a tí
E por um momento te trazem aqui
Eu lambo meus lábios vermelhor
Meu coração aperta com saldade
Do prazer nasceu meu amor
E nos abraçamos frente a deidade
Trazendo em meus olhos o brilho da lua
Deixe meus pés guiarem-te no sangue
Em pedaços,eu me sinto culpado
A distância entre nós é grande
O meu coração permanecei intocado
Em um raio de feixe da lua vamos nos encontrar!
Por mais um decadente momento vamos nos amar...
E eu espero-te nas sombras
Minha boca te deseja
E na trilha,minha marcha desanda
Porém continuo minha jornada
Paixão sombria,escura e doente
Em matrimonio juntos veemente
E jamais outro vai beijar
A mim será eternamente fiel
Nunca estará com o anjo para ceifar
Pois em meu dedo ficou o anel
Em uma noite sem lua,distante de todos
Construiremos uma paixão sombria em prelúdios

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