
Quando você ler este poema
Quero que se lembre do passado
E não da pessoa imersa em tristeza
Tudo que escrevi esta relacionado
Ao nascimento de toda esperança
E a minha vida como criança
Do silêncio me nasceu a dor
Das minhas lágrimas,um oceano
Tão pouco para um imenso ardor
Muito para um devaneio insano
De um coração sécular de carnificina
UM desejo para a eternidade nítida
Toda esperança me levou
A um Jardim de flores mortas
A beleza em meu âmago se apagou
E o mundo se tornou cinzas
Em cada palavra redigida em minha mão
Amparado por um pedido amplo de perdão
Não me convêm chorar,quero força
Eu não existo apenas para decepções
Apenas sublimo o que esta amostra
Minhas cartas de amor sem destinatário
Eu rezava agarrado naquele rosário
Escrevi para Helena sobre virtudes
Retratei o poente sangrento anoitecer
Na minha escrita encontrava-se beatitude
Restaurando um cálido e timido resplandecer
De bondade e condolência, mas mesmo no início
Errei,não consegui me tornar um ser divino
Abrace minha canção,ame o perdido
Nas linhas, um ampáro do colo materno
Das densas cortinas de lágrimas,um alívio
Registradas em papel meu contento eterno
Das notas do piano,uma emoção inebriante
Notas de um pequeno poeta dissonante
Transforme em notas,seria coeso
Floresça os campor mortos
Eu não existo apenas para viver teso
Mas sim para habitas espaços opostos
Um coração profundo do fuso criar
Coração de um sonhador do eterno luar
Das minhas delicadas e pequenas mãos
Encerra-se a despedida amarga
O tempo cura as feridas da submissão
E minha alma repousará intacta
Eu desejava não ver mais beleza no mundo
Porque esta beleza me roubou o futuro

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