~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Poeta Criança


Quando você ler este poema
Quero que se lembre do passado
E não da pessoa imersa em tristeza
Tudo que escrevi esta relacionado
Ao nascimento de toda esperança
E a minha vida como criança

Do silêncio me nasceu a dor
Das minhas lágrimas,um oceano
Tão pouco para um imenso ardor
Muito para um devaneio insano
De um coração sécular de carnificina
UM desejo para a eternidade nítida

Toda esperança me levou
A um Jardim de flores mortas
A beleza em meu âmago se apagou
E o mundo se tornou cinzas
Em cada palavra redigida em minha mão
Amparado por um pedido amplo de perdão

Não me convêm chorar,quero força
Eu não existo apenas para decepções
Apenas sublimo o que esta amostra
Minhas cartas de amor sem destinatário
Eu rezava agarrado naquele rosário

Escrevi para Helena sobre virtudes
Retratei o poente sangrento anoitecer
Na minha escrita encontrava-se beatitude
Restaurando um cálido e timido resplandecer
De bondade e condolência, mas mesmo no início
Errei,não consegui me tornar um ser divino

Abrace minha canção,ame o perdido
Nas linhas, um ampáro do colo materno
Das densas cortinas de lágrimas,um alívio
Registradas em papel meu contento eterno
Das notas do piano,uma emoção inebriante
Notas de um pequeno poeta dissonante

Transforme em notas,seria coeso
Floresça os campor mortos
Eu não existo apenas para viver teso
Mas sim para habitas espaços opostos
Um coração profundo do fuso criar
Coração de um sonhador do eterno luar

Das minhas delicadas e pequenas mãos
Encerra-se a despedida amarga
O tempo cura as feridas da submissão
E minha alma repousará intacta
Eu desejava não ver mais beleza no mundo
Porque esta beleza me roubou o futuro

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