Desde o principio estamos mortos
Nosso romance desbotado e decadente
Caidos em um vale de escombros
Meu doce cálice com sangue ardente
Eu o amo,mas amo mais meu sentimento
De dor e de desespero,sofrimento
No final da estrada das lágrimas
Os passos que demos são apagados
Uma vez já tivemos muitas estimas
Mas hoje estamos enterrados e mortos
Os olhos são escuros e veem o mundo negro
Da qual nasceu o mais doce desespero
Se eu tivesse de encontrar forças,tiraria
Do canto,da sua voz de canto dramático
Nossa rebelião se finda com a morte do dia
Mas cante,meu doce canto de som ártico
Notas dissonadas,carregadas pelo vento
Oh por esse som eu viveria mais algum tempo
Nessa prova de amor despido e crú
Eu dançaria nas nossas sombras
Quando estivermos mortos,no sul
Uniremos nossos corpos as tantas
Dois cadáveres se beijando,se amando
ME ame,meu amor eu quero estar ao teu lado
Finalmente findaremos nossa sede vampirica
Deixando a inoperante morbidez das trevas
E nos banquetearemos com os mortos da sina
Intoxicando nosso amor perpetuo de eras
Com o cálice demoniaco beberemos e finalmente
Poderemos respirar aliviado com o fim da sede
Uma sede por morte que é quase demoniaco
Valse entre os mortos,cante a procissão
Dos mortos,da qual agora estamos
Procissão da mortalha,estamos em ilusão
Eu o reencontrei em meio as tão amargas cinzas
E eternamente estaresmo nessa nossa sina
Estradas de soturnos amanheceres calmos
Nos levem ao fim de um paraíso inferior
O pintaremos com a carnificina dos mortos
Demonios apaixonados que desconhecem amor
Mas nos amamos tanto quanto anjos,divinos
Afogados no nosso amor quente e cretino

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