~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

sábado, 15 de janeiro de 2011

Éden Sombrio



Sempre que eu corro,caio e derramo lágrimas
Nunca estou inteiro, desfaço me em cacos
Mas sei que posso voar para além das águas
Em direção ao paraiso,o que se esconde dos olhos
E eu atravesso a penumbra,me rendo ao medo,guardo amor
Apenas flutuo através da noite,sem ter aonde for

O anjo me ama e eu também,mas amo mais as terras
Intocadas,eu espero que o Édem durma,sono de morte
Foi cruel o exílio,estou tão trantornado,durante eras
Promessas desfeitas,sonhos em pedaços,dias sem sorte
Tão perto,que eu poderia toca-lo,mas ainda distante
Bem lentamente,os jardins morrem,a beleza é instante

Morra em meu peito Paraiso,pois meu sangue o pede
Circulos boreais,eu me sinto sozinho e afogado
Nossos rumos aqui se despedem,adeus sem face
O céu jamais buscaria alguem,Estar preso impede
Dos seus frutos eu vou me esquecer,cachoeiras salgadas
Eu me sinto mortal,nunca mais lhe oferecerei minha alma

Sempre que eu acordar,o sol vai me curar das mentiras
Me fazer ver luz,superar a dor e o medo infinitos
A cova do paraiso jaz no meu peito desde o primeiro dia
Deixei tuas árvores,você mentiu em estar sempre perto
Espero que se inunde na indiferença,mas não o odeio
Já devo ir meu céu,pois meu choro corre pelo peito

Provastes de minhas lágrimas,de meu sangue vermelho
De minha bondade teve a graça,eu agi errado na busca
Envenenei amor,troquei por nada,não me olho no espelho
Despenquei do paraíso,cai em colo mas estava errada
Vislumbres de magicas,amor-eu cresci sem conto de fadas
Acreditava no céu,mas este é imperdoavel como as armas

Eu respiro mágoas,nunca mais te olharei tão proximo
O céu se faz triste,as estrelas despencam pela gravidade
Regresse o brilho para a cima,as trevas eu carrego no colo
Farei da noite meu refúgio em meio a toda adversidade
Tecer de tristeza e sonhos partidos,a manta do meu destino
Oh Deus como eu pude?Deixar o anjo por um pequeno paraíso

Desfaça-se todas as boas lembranças,deixadas na liberdade
Ao sabor do vento eu jogo as esperanças,base da babilônia
Dos passos que dei com meus pés,caminhava em espinhos verdes
Em meu peito floresce uma flor denominada como agônia
A ponte tão alta nos divide,os sonhos dormem e eu o vejo com o coração
Céu puro,mas nunca mais poderei ver te,a redenção morre com minha canção

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