
Estradas lamacentas e envenenadas
Eu o vejo mudando as estrelas
Enquanto me deixo levar pela tristeza
Ele não pode me ter com certeza
Apenas um toque será guardado,escondido
Meu coração,acorrentado e preso no abismo
Segundo paraiso que esta encerrado
Uma canção vinda do interior morto
O dia que poderei ser então amado
Será perfeitamente esquecido
Uma bela visão corrompida no íntimo
Foi meu pecado de luxuria,quem deu ouvido
Eu sou quem caiu mas observava por anos
Tão melancóloco a vida abaixo das asas
Por um momento eu desejei estes sonhos
Um pecado para os céus,agora em brasas
Mas Deus como eu invejei os pecadores
Como eu queria poder estes ardores
Pintando uma trágica moldura de medo
Um sonho para se sonhar,para sonhar
Deus me perdoe por meus pecados
Mas eu finalmente sei a alegria de errar
Sinfonias melancólicas,orações dissonadas
Pegue meu coração e o toque nas cordas
Da Harpa em uma canção de som impecável
Todas as flores enegrecem no alvorecer
Meu provar corroe tudo nesta vida lastimavel
Duplos paraísos menores para morrer
A nota perfeita,aguda e vermelha,não obstante
Harmonia imperfeita,pecadores desfeitos de sangue
Distantes virtudes exiladas,meu coração parou
Embreagado pelas esperanças arrassadas
Deus maestro de quem emprestado tudo tomou
Eu poderia viver nesta tempestade nevada
Oh Senhor eu amei estar no lugar dos pecadores
Eu amei cada nota tocada que compõe os amores
Proibidos e por vezes devassos da humanidade
As trevas quem fazem sua obra totalmente divina
Luxúria deixando desmascarar falsas castidades
Despida verdade e crua,mas ainda bendita
Queimem os járdins do Édem,o enferno é de gelo
Quem diz nunca cometer pecado,apenas não o percebeu

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