~Sonhos-


Fecho os olhos,você me assombra
Entre o momento de acordar eu vejo
Tão perto alguem que me espanta
Vindo a mim como em desejo

O medo em perder sua imagem
Tão nítida e perturbadora
Teus olhos a me fitarem
Nesta tormenta sonhadora

Sonhos,durem a eternidade
Afastem-se de meu amado
Por ele renego luz e claridade
E viverei neste mundo

Sonhos,cantem a mim pra te ver
Paixão,Iluda me com suas mentiras
Neste mundo eu pude te ter
Não importando o passar dos dias

Tão quente e precioso
Queimando meu ser adormecido
Neste sonho tão formoso
Por você,ilusões tem vencido

Sonâmbule,se for capaz
Venha a meu chamado
O Destino que me traz
È ao lado de meu amado

Sem brilho em meu olhar
No silencio desolador
Quero a morte,á acordar
Do que separar me deste ador

Mesmo em sonhos eu te amo
E não quero me despertar
Tremulando em minha ilusão
O sol em breve a me iluminar

Se não puder estar em sonhos
Pelo menos me permita este sono
Em minha ultima hora,com sorte
Aceitarei então o sono de morte
por Alex Olzon

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Amor mascarado por ódio



Noites melancólicas,caminhando em densa noturna
Os olhos de Deus se fecharam,solitário,saudoso
Meu silêncio,eu não sou importante para a penumbra
Que me cega,chãos de terremo mais que aquoso
Se ele apenas me abraçasse,o que eu sinto dorme profundo
Fundamentos do sofrimento,eu queria um dia poder encontra-lo

Então venha,meu amor venha e me dê seus olhos
Abrace-me enquanto ainda não estou perdido
Meus crimes são terriveis,enterrado em despojos
Eu matei um anjo e me banqueteei de seu corpo despido
A máscara da felicidade a todos embreagam,mas é mentira
Minha alegria já foi roubada por uma pessoa que não a queria

Deveria sorrir? Ser chamado de covarde e humilhado
Dancei nas sombras soturnas,queimando amor até o pó
Despi meu coração de sua armadura,mas foi inusitado
A verdade em uma lápide para sonhos,eu sempre estarei só
Sei que no ódio um pouco do meu amor cálido sobrou
Mas esta gota se perdeu em um ocêano que desabou

As terras das sombras,eu dou meus passos cautelosos
Ouvindo canções de maresias, o mar coberto por melancolia
Estive ao seu lado,mas sempre distânte como em sonhos
Agora nas trevas eu durmo e desejo nunca mais ver o dia
O céu me lembra-o,meu coração já é cacos, é ainda mais estilhaçado
Não deveria ter abaixado minha guarda e perto dele ter o coração despido

Ele se nega a minha presença,eu mesmo não me vejo em espelhos
Um montro afogado nas próprias tristezas, quem dera eu o matasse
Mas ainda sobra encantos pelo qual me motiva a querer ve-lo
Lágrimas,será que ele saboreou meu sofrimento,se eu novamente o olhasse?
Eu tornaria meu ódio em amor ou o afogaria em toda essa dor angunstiada
Provar de seu sangue e em teu pescoço os lábios repousar,apenas perdida

Noites de nostalgia,fiquei no fim sozinho,os dois eu perdi
Um se foi e o outro não habita mais meu coração quebrado
Sempre estaria comigo? Agradeceria se parasse de mentir
Apenas me deixe cair fundo em um buraco imensuravel
A tempestade de inverno me acorda,certamente eu o odeio
Mas só pelo motivo de cada vez mais eu ter de ama-lo

Baile e deixe seus escrúpulos,tú es tão anjo quanto demonio
No fim eu não tinha percebido,embreagado pelo teu sorriso
Mesmo assim meu crime não abranda,desde sempre fui côncio
Uma mentira que eu acreditei me desceu até meu abismo
Lá enterram-se anjos,eu o enterrarei com minhas lembranças
Circulos fechados eu nunca entenderei todas as suas nuancias

Apenas respiro meu amor perdido,preso em meu mundo
Enclausurado,me incomoda seu sofrimento porque o amo
O mal que te desejo é utópico,pois não quero esse futuro
Apenas desejo me afundar,nas cinzas é onde eu sempre fico
Coberto pela poeira e de cacos,aqui eu sei que devo estar
Morto e enterrado para quem eu quero e não quero olhar

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